Atendimento online para homens negros — com escuta afirmativa e antirracista, e um psicólogo que conhece essas travessias por dentro.

Você aprendeu cedo que não podia vacilar. Que precisava ser o mais educado, o mais preparado, o mais controlado da sala. Que sua raiva tem outro peso quando sai da sua boca — e que um deslize seu não é só seu.
Isso vira postura, vira leitura constante do ambiente, vira uma vigilância que não desliga. Funciona, até certo ponto. E cobra um preço que quase ninguém vê, porque você sempre parece bem.
Ninguém pergunta como você está. Aqui é um lugar onde você não precisa segurar.
Uma escuta antirracista parte de um pressuposto: o racismo é real, produz adoecimento, e não precisa ser provado a cada sessão. Isso muda tudo — você não gasta o tempo da terapia convencendo alguém de que aquilo aconteceu.
Com a Terapia Cognitivo-Comportamental, trabalhamos o que essa vigilância constante fez com você: o excesso de controle, a dificuldade de descansar, a crença de que baixar a guarda é perigoso.
E abrimos espaço para o que quase nunca tem espaço — cansaço, medo, raiva, ternura.
Permitir-se não estar em guarda o tempo inteiro.
Nomear experiências de racismo em vez de engolir.
Um valor próprio que não depende de desempenho.
Falar sem precisar explicar ou provar.
Reduzir o estado de alerta que não desliga.
Vínculos onde você pode ser inteiro.
Duas lentes para cuidar do emocional e da vida sexual. CRP-03/22676.
Um homem negro e gay que conhece essas travessias por dentro.
Prática baseada em evidências, com escuta afirmativa e antirracista.
Sessões sigilosas por vídeo, no seu fuso, onde você estiver.
Você envia uma mensagem pelo WhatsApp. Sem formulários longos, sem compromisso.
Um espaço para você contar sua história e entendermos juntos o que você está buscando.
Sessões semanais online, com sigilo absoluto e ferramentas da TCC e da Terapia Afirmativa.
Um processo contínuo, no seu ritmo, com espaço para revisitar objetivos ao longo do caminho.
É uma prática que considera a experiência do racismo como parte real do sofrimento psíquico, e não como percepção exagerada ou tema secundário.
Sim. Sou um homem negro e gay, e muitas dessas travessias também foram minhas.
Só se e quando fizer sentido para você. A diferença é que, quando surgir, não vai precisar ser explicado.
Sim — protegido pelo Código de Ética Profissional do Psicólogo.
Sessões por videochamada segura, para todo o Brasil e brasileiros no exterior.

Atendimento online, sigiloso e sem julgamentos. O primeiro passo é só uma mensagem.
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