Você sabe que a relação machuca. Sabe o que deveria fazer. Mas na hora de fazer, o medo do vazio grita mais alto — e você fica. Isso tem nome, e tem caminho.
Ela se veste de amor intenso. De “eu sou assim mesmo, apegado”. De checar o celular, reler conversa, monitorar visualização. De aceitar migalhas com gratidão e chamar isso de paciência.
Em homens, ela carrega uma vergonha dupla: além da dor, o peso de admitir que se é “grudento”, “carente” — palavras que parecem proibidas para quem aprendeu que homem não depende de ninguém. Então você sofre escondido, e o silêncio alimenta o ciclo.
O ciclo é conhecido: idealização, medo de perder, anulação de si, migalhas, esperança, repetição. Sair dele não é questão de força de vontade — é questão de entender o que ele protege e construir outra base.
Primeiro, damos nome ao padrão: mapeamos juntos o ciclo da sua dependência — onde ele começou, o que ele tenta evitar (quase sempre, uma ferida antiga de abandono ou rejeição) e como ele se repete nas suas relações.
Com as ferramentas da TCC, trabalhamos as crenças que sustentam o medo (“sozinho eu não dou conta”, “se ele for embora, eu desmorono”) e construímos, na prática, tolerância ao desconforto, limites e autonomia afetiva.
O objetivo não é você parar de amar — é você conseguir escolher ficar, em vez de precisar ficar. Amor com liberdade, não com pânico.
Ver com clareza o padrão que se repete — e o que ele tenta proteger.
Ferramentas práticas para os momentos de pânico e abstinência afetiva.
Sair do modo “qualquer coisa para não perder”.
Transformar a solidão de ameaça em espaço habitável.
Reconhecer cedo as relações que repetem a ferida.
Vínculos por escolha, não por medo.
Duas lentes para cuidar do emocional e da vida sexual. CRP-03/22676.
Um homem negro e gay que conhece essas travessias por dentro.
Prática baseada em evidências, com escuta afirmativa e antirracista.
Sessões sigilosas por vídeo, no seu fuso, onde você estiver.
Você envia uma mensagem pelo WhatsApp. Sem formulários longos, sem compromisso.
Um espaço para você contar sua história e entendermos juntos o que você está buscando.
Sessões semanais online, com sigilo absoluto e ferramentas da TCC e da Terapia Afirmativa.
Um processo contínuo, no seu ritmo, com espaço para revisitar objetivos ao longo do caminho.
Não é um diagnóstico formal, mas é um padrão de sofrimento real e muito frequente — e responde bem ao trabalho terapêutico.
Não. A terapia não decide por você; ela te devolve a capacidade de escolher com clareza.
O processo também acolhe a fase aguda — é um dos momentos em que o suporte faz mais diferença.
Muito mais do que admitem. A vergonha de falar é parte do problema; aqui ela não tem vez.
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