Um e-book gratuito para homens gays e negros sobre a conta que você faz antes de entrar numa festa: se a roupa está discreta, se o seu jeito vai chamar atenção, se ali vão te ver como bonito ou como "o negão". Ninguém disse nada. A conta foi toda sua. O livro explica de onde ela vem e o que fazer com ela.

Uma cópia também vai para a sua caixa de entrada, para você ler quando quiser.
É para você se alguma destas cenas é familiar:
Nada disso é defeito de personalidade. A Psicologia chama de preconceito internalizado: quando as mensagens que vinham de fora passam a falar com a sua voz.
O livro vai de como o preconceito entra até o que dá para reconstruir. Cada capítulo termina com um resumo do que levar, e a terceira parte é prática.
Eu sou o William Camilo, psicólogo clínico e sexólogo (CRP 03/22676). Sou gay, sou preto, e atendo online, a partir de Salvador, homens gays e negros no Brasil e brasileiros que moram fora. Sou pós-graduado em Terapia Cognitivo-Comportamental, em Psicologia e Sexualidades e em Sexologia.
Escrevi este livro porque conheço essa conta por dentro. Ser gay e preto não me faz melhor psicólogo do que ninguém; significa só que você não precisa me traduzir o que é ser gay e preto.
É um material psicoeducativo, baseado em pesquisa e na Terapia Cognitivo-Comportamental. Ele ajuda a nomear o que acontece e oferece exercícios. Não é terapia, não faz diagnóstico e não promete resultado.
Os casos são compostos e fictícios. As fotografias são ilustrativas, geradas por inteligência artificial, e não retratam pacientes; a única foto real é a minha.
Se você estiver em sofrimento intenso ou pensando em se machucar, ligue para o CVV no 188 (gratuito, 24 horas) ou procure o serviço de emergência mais próximo.
Sim. O download é direto, em PDF, sem cadastro e sem pagamento.
É quando crenças negativas sobre ser gay passam a influenciar a forma como você se vê, mesmo depois de se assumir. Ela costuma aparecer como vigilância, perfeccionismo, vergonha do próprio jeito ou culpa depois do sexo. O e-book explica com base em pesquisa e traz exercícios para reconhecer isso.
É quando uma pessoa negra passa a acreditar, muitas vezes sem perceber, em ideias negativas construídas sobre a própria raça: o cabelo "ruim", o traço que precisa ser disfarçado, a sensação de ser bonito só "para um negro".
Não. Ele é psicoeducativo. Se o que você ler pesar ou se repetir há muito tempo, um acompanhamento individual pode ajudar.
Serve. Um dos casos fictícios se passa em Lisboa, e eu atendo online brasileiros que moram em outros países, em português e no seu fuso.

O e-book é seu. Se depois da leitura você quiser olhar para isso com alguém, eu atendo online homens gays e negros no Brasil e no exterior.
Receber o e-book grátis Falar comigo no WhatsApp