Pessoas diferentes, finais iguais. Quando o padrão se repete, o problema raramente é azar — é um roteiro antigo pedindo para ser lido.
Tem o casal que briga pelos mesmos motivos há anos. O que não briga nunca — porque parou de conversar. O que vive de ciclos: crise, reconciliação intensa, trégua, crise. E tem quem esteja sozinho, somando relações curtas que terminam sempre do mesmo jeito.
Por trás da repetição costuma haver um roteiro aprendido cedo: como amar, como brigar, o que engolir, o que explodir. A gente repete o que conhece — até conhecer outra forma.
Relacionamento saudável não é ausência de conflito. É conflito que constrói em vez de destruir. E isso se aprende.
No atendimento individual, investigamos o seu roteiro afetivo: os padrões que você repete, o que eles protegem e como construir formas novas de se vincular — com mais escolha e menos automatismo.
Na terapia de casal — incluindo casais LGBTQIA+ — o trabalho é com a comunicação real: aprender a brigar sem destruir, ouvir sem se defender, nomear necessidades sem ataque, e reencontrar (ou ressignificar) a intimidade.
Em ambos os formatos, a base é a mesma: TCC e Terapia Afirmativa, com escuta técnica, sem tomar partido e sem moralismo.
Entender o padrão que se repete nas suas relações.
Falar para ser ouvido; ouvir sem se defender.
Brigar pelo problema, não contra a pessoa.
Reaproximar afeto, desejo e cotidiano.
Continuar ou encerrar — com consciência, não por exaustão.
Relações que somam, em vez de drenar.
Duas lentes para cuidar do emocional e da vida sexual. CRP-03/22676.
Um homem negro e gay que conhece essas travessias por dentro.
Prática baseada em evidências, com escuta afirmativa e antirracista.
Sessões sigilosas por vídeo, no seu fuso, onde você estiver.
Você envia uma mensagem pelo WhatsApp. Sem formulários longos, sem compromisso.
Um espaço para você contar sua história e entendermos juntos o que você está buscando.
Sessões semanais online, com sigilo absoluto e ferramentas da TCC e da Terapia Afirmativa.
Um processo contínuo, no seu ritmo, com espaço para revisitar objetivos ao longo do caminho.
Sim — com escuta afirmativa e sem qualquer julgamento sobre configuração de relação.
Não. Muitos casais buscam terapia para melhorar comunicação e intimidade antes da crise chegar.
O trabalho individual focado em vínculos também transforma a relação — começar sozinho é válido.
Sim, por videochamada, com os dois juntos no mesmo ambiente ou em locais diferentes.
Não. O “cliente” da terapia de casal é a relação — não um dos lados.
Atendimento individual e de casal, online, sigiloso e sem julgamentos.
Agendar uma conversa